Por Guilherme Rosa

01/11/2017

Telefonia na nuvem: um caminho para provedores

Na última década ou um pouco mais, o ponto-chave para mudanças tem sido a adoção da nuvem. Ela nos permitiu introduzir elasticidade para nossos ambientes, diminuir o tempo de desenvolvimento de um novo serviço e melhorar a capacidade de nossa infraestrutura”.

A frase de Yiannis Giokas, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da PCCW, publicada em julho na revista Forbes foi o ponto de partida do painel Cloud, Elemento indispensável no Desenvolvimento de Produtos e Serviços, durante o Futurecom 2017. O evento reuniu representantes da Embratel, Accenture, Huawei, entre outras, e discutiu o uso da telefonia na nuvem.

 

Redução de custos deixa de ser objetivo

O histórico da solução foi bastante lembrado, para evidenciar a evolução do uso da nuvem com o passar do tempo. Se antes era adotada apenas para reduzir custos, hoje os objetivos são diferentes: flexibilidade, agilidade e elasticidade são as razões principais das mudanças.

Empresas podem ampliar e diminuir suas operações sem muitos problemas ao utilizar a nuvem. Dessa forma ganham em velocidade de implantação, sem perder tempo para alterar a estrutura. Em caso de mudança de endereço, o uso do cloud também ajuda pois não é preciso mudar junto o data center fisicamente, basta acessar o serviço na nuvem a partir do novo endereço.

 

Segurança da telefonia na nuvem não é empecilho

Os painelistas trataram da segurança das informações na nuvem, uma preocupação que existe desde o surgimento dessa solução. Eles foram unânimes na questão, ressaltando que a segurança de um data center próprio é muito mais difícil de garantir ao se comparar com o modelo cloud.

A estrutura que os provedores de serviço possuem, com mais atenção para a segurança do que uma equipe internalizada teria em empresas menores, é um dos pontos que levam a essa conclusão. Também deve-se levar em conta a constante evolução das aplicações, que reforça o desenvolvimento da segurança das informações armazenadas na nuvem.

 

Migração para a nuvem é relativamente simples

Quando se fala em transição para a nuvem, outro ponto a ser levado em consideração é o prazo de migração e impacto da mudança na operação existente. Mas esse também não deve ser considerado um problema, de acordo com os painelistas.

Katia Moreira, da Huawei, destacou que 30% das aplicações são desenvolvidas na nuvem e um estudo divulgado no primeiro semestre pelo Gartner diz que, em 2019, um terço dos novos softwares das 100 maiores empresas do mundo terão migrado da estratégia “primeiro para cloud” (cloud-first), para “exclusivamente para cloud” (cloud-only).

Essa transformação ajuda a popularizar o uso da telefonia na nuvem, que deve crescer 36,8% em 2017, alcançando US$ 34,6 bilhões somente em IaaS (Infraestrutura como Serviço). O número foi divulgado também pelo Gartner, durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center.

Para fazer a transição alguns pontos necessitam atenção. O primeiro ponto é um projeto que consiga abarcar todas as necessidades dos clientes finais. A partir daí os equipamentos que farão essa conexão com a nuvem são as peças-chave para garantir a sobrevivência local e a segurança da rede.

Escolhas erradas neste momento podem ocasionar perda de qualidade dos serviços ofertados ou altos custos de implementação do sistema na nuvem. A Khomp está ao seu lado na implementação  da sua estrutura para a nuvem. Entre em contato com nossos Consultores Comerciais para saber mais sobre os media gateways utilizados para PBX na nuvem, SBC e outras aplicações!

 


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