Por Raquel Cruz Xavier

26/01/2017

Unifique amplia portfólio de serviços apostando na telefonia

Unifique

Estrutura de serviços de telefonia da Unifique utiliza media gateways da Khomp

A Unifique nasceu do crescimento da TPA Telecomunicações, empresa sediada em Timbó/SC que iniciou suas atividades em 1997. A internet ainda era algo desconhecido para a maioria das pessoas e empresas e até 2013 muita coisa mudou. De um provedor que fazia autenticações por internet discada, a TPA passou por várias etapas de expansão, aplicando novas tecnologias e chegando ao que é hoje, com a internet via rádio e a fibra óptica. Desde 2013 a empresa vem desenvolvendo estudos e projetos para atender as praças com uma marca única, usando um sistema de franquias. Aliada ao avanço tecnológico e a nova forma de entregar os serviços, veio a necessidade de um reposicionamento de mercado, consagrado com a criação da marca Unifique.

A marca Unifique representa as soluções integradas de dados, voz e imagens entregues a todos os tipos de clientes da operadora, que vão de residências a governos. Ela está presente nas regiões do Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Serra, Norte e Meio-Oeste de Santa Catarina.

Depois de ter a internet como carro-chefe por muitos anos, a Unifique viu na telefonia a oportunidade de ampliar o seu portfólio de serviços. Para que isto acontecesse, dois grandes desafios precisaram ser superados. O primeiro deles foi rejeitar o primeiro projeto técnico pensado e adequá-lo às reais necessidades do mercado. O segundo foi reaproveitar o máximo possível da estrutura anteriormente adquirida.

No primeiro projeto técnico cada cidade teria sua interconexão, ou seja, para cada cidade da área de cobertura haveria um media gateway Khomp de até 8 E1 (Kmedia 800) recebendo sinal das operadoras e redistribuindo dentro do perímetro urbano. Desta forma, muitas licenças E1 contratadas ficariam sem uso, onerando o projeto. No segundo projeto, a interconexão passou a ser centralizada, ou seja: dois Kmedia 800 em Blumenau recebendo sinal telefônico digital e móvel das operadoras e redistribuindo para as cidades de cobertura. Nesta segunda opção, todas as licenças são aproveitas, de acordo com as necessidades de cada cidade coberta pelo serviço.

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